CABAN – Jaqueta com abotoamento duplo, corte masculino e lapelas grandes, confeccionada em tela grossa. Também conhecido como casaco três quartos.
CABEDAL – É a parte do calçado que cobre o pé, proporciona conforto, proteção, suporte e estilo; pode ser feito de couro, de sintético, nylon ou outros materiais. De diferentes estilos abertos ou fechados.
CAFTAN – Traje amplo e comprido, derivado da toga, com mangas longas e, às vezes, com bordados em volta da gola. Tradicionalmente usado em países do leste do Mediterrâneo, fez sua aparição na moda feminina em 1967.
CAGOULE – Espécie de hábito religioso com capuz.
CALA – Abertura que se dá pela subida e descida dos fios de urdume, através dos quadros de liços por onde passa o fio de trama.
CALADO – Expressão usada para referir-se às peças de tricô, quando se descreve o acabamento sem costura (sem emenda), na qual a peça sai praticamente pronta da máquina.
CALANDRADO – Acabamento mecânico, associado a agentes químicos, no qual o tecido passa por um processo de pressão e calor entre dois cilindros, obtendo brilho e compactação.
CALÇA BAGGY – Calça de corte amplo nos quadris, cujas pernas vão se afunilando e se ajustam à altura dos tornozelos.
CALÇA CAPRI – Calça razoavelmente folgada que se afunilava até o meio da canela e que se tornou traje elegante de verão, durante a década de 50. Recebeu o nome em homenagem à ilha de Capri, na Itália.
CALÇA CARGO – Modelo baseado nos estilos dos uniformes de serviço e utilitários. Com base em modelagens amplas e confortáveis, dá um efeito de roupa casual. Utility; carpenter
CALÇA CIGARRETE – Do inglês “cigarrette”. Refere-se à modelagem de calça justinha e estreita usada pelos ingleses nos anos 50. Foi um best-seller entre as mulheres nos anos 60, com sapatilhas e suéteres.
CALÇA PIJAMA – Calça larga, reta, com passante na cintura. Criada na Índia, aproximadamente em 1880, foi originalmente desenhada como roupa para dormir, passando em seguida a ser utilizada em casa e nas ruas.
CALÇA SAINT-TROPEZ – Calça comprida, de cintura abaixo do umbigo, usada na década de 60 e reeditada no fim de 90.
CALÇAS PARA MONTARIA – Calças com corte muito largo nos quadris e apertados do joelho até o tornozelo, usadas por homens e mulheres para montar a cavalo. Também conhecido como culote, breeches (em inglês).
CAMBRAIA – Tecido fino, leve e transparente, de algodão ou linho. Produzido por tecelagem plana, recebe um tratamento de goma. No século XIX e início do século XX, era muito usado para roupas íntimas e blusas delicadas.
CAMBRAIETA – Tecido branco de algodão de trama fechada, feito pela primeira vez em Cambrai, França, recebendo acabamento com leve brilho numa das faces. No século XIX, era usado para fazer blusas simples e BATAS.
CAMISA AFRICANA – Longas e abertas lateralmente.
CAMISA DE LENHADOR – Camisa grossa, xadrez, abotoada na frente, usada por lenhadores do Canadá. Também conhecida como lumberjack.
CAMISA ESPORTE – Camisa de corte generoso com bolsos no peito e mangas largas chegando quase ao cotovelo. É abotoada na frente e confeccionada tanto em tecidos baratos quanto em tecidos de luxo.
CAMISA GUAYABERA – Camisa retangular em tecido leve, geralmente algodão, com mangas curtas e quatro bolsos, com ou sem estampas. Possui pregas na frente e atrás, que vão do ombro às dobras da camisa, e botões brancos perolados. Cópia das camisas usadas pelos homens de negócios em Cuba, antes do governo Fidel Castro.
CAMISA HAVAIANA – Camisa masculina larga, estampada com frutas, flores, aves exóticas e dançarinas, em cores fortes. Confeccionadas em tecidos leves de algodão, viscose e linho, e muito apreciadas por surfistas.
CAMISA PÓLO – Camisa de manga curta, em malha de algodão, com um pequeno emblema, três botões e gola. Apareceu na Inglaterra com a prática do Pólo em 1869, sendo atualmente uma das peças mais importantes do sportwear, podendo ser utilizado até com paletó esporte, em ocasiões menos formais.
CAMISA RANCHEIRA – Camisa de gola com pontas longas, utilizada, às vezes, com um lenço como acessório ou fechada com prendedores. Originalmente usada no Oeste americano, pode ter pregas em V atrás e na frente, assim como bolsos em forma de diamante na parte inferior.
CAMISÃO – Camisa feminina de tamanho exagerado, geralmente cortada na linha das camisas informais masculinas.
CAMISETA – Camisa de algodão em forma de T com mangas curtas, muito utilizada sob a farda durante a Primeira Guerra Mundial. Desde a década de 60, as camisetas são muito populares no Ocidente, estampadas com slogans políticos, logotipos, piadas, comentários sociais e marcas. Também chamada
T-shirt, expressão americana corrente.
CAMISETA REGATA – Peça similar às camisetas íntimas masculinas, com decote em U e cava com entrada muito profunda formando estreitas alças no ombro.
CAMURÇA – A camurça é produzida polindo-se o lado interno da pele curtida de um animal. O resultado é uma superfície aveludada num dos lados do couro.
CANELADO – Tipo de ponto usado em malharia artesanal ou industrial provido de caneluras. É utilizado na tecelagem de acabamentos e modelos de blusas, saias, vestidos, CARDIGÃS, TWINSETS, SUÉTERES e PULÔVERES. A blusa justa de canelado estreito esteve em moda nos anos 60. Também conhecido como rib (palavra inglesa).
CANNADIÈNNE – Casaco de lã, muito esportivo, comprimento 3/4, abotoamento com trespasse com 4 ou 6 botões. Nas costas pode não ter franzido.
CANVAS – Tecido de tear plano derivado do tafetá, com trama bem fechada e em linho rústico, podendo ser também em algodão, cânhamo e juta. É um tecido de alta-resistência.
CAPA – Grande mantô, em forma circular, com capuz, usada na Espanha pelos homens. Na França era usada com o nome de capa espanhola. Na época do romantismo foram feitas em seda e muito usadas também pelas mulheres.
CARDAR – Operação no processo de fiação. Tem por objetivo a paralelização das fibras para a retirada de impurezas, fibras curtas e neps.
CARDIGÃ – Suéter esportivo em malha, utilizado por homens e mulheres.
O cardigã cobre os quadris, não tem gola e, normalmente, possui decote em V.
CASIMIRA – Termo genérico para um tipo de tecido em sarja, de trama fechada.
CASUAL WEAR – Do inglês casual (informal) wear (usar). 1 – Expressão usada para designar roupas simples, à vontade. 2 – É o estilo de roupa simplificada, à vontade, para ficar em casa ou ir à lugares informais; jeans, malhas, jaquetas etc.
CAUBÓI – Moda baseada nas roupas de trabalho dos vaqueiros e pioneiros americanos, que incluíam camisas de algodão xadrez, bandanas, jeans e botas de saltos grossos adornados com couro lavrado. Ponchos e paletós de couro com franjas também eram usados.
CAXEMIR – Desenho clássico, similar a uma vírgula, de origem indiana. Muito usado em tecidos para gravatas, lingerie e decoração.
CAXEMIRA – Fibra natural rara, selecionada da tosquia da cabra caxemir, encontrada na Mongólia. Tecido de produção cara, costuma ser misturada a outras fibras, como a lã.
CENTRO DA LINHA DA PARTE INFERIOR DA FÔRMA (SOLADO) – Uma linha definida pelo ponto da biqueira e ponto do salto.
CERTIFICADO DE INSPEÇÃO – Declaração indicando que a encomenda foi devidamente inspecionada pelo embarcador ou por uma empresa independente.
CERTIFICADO DE ORIGEM (CO) – Emitido com propósitos tarifários, em que se declara qual o país de origem de mercadoria. Pode ser assinado pelo embarcador e, em certos casos, por um representante da câmara do comércio e do escritório consular.
CETIM – Denominado em homenagem a Zaitum, China, de onde se origina, o cetim era a princípio um tecido brilhante de seda em trama bem fechada. No século XX, raiom e outras fibras sintéticas tomaram o lugar da seda. Tecido luxuoso, o cetim é mais usado para roupas de noite.
CETIM DE ALGODÃO – Fazenda forte e lustrosa, geralmente feita de algodão com tecelagem de cetim. É muito usado para forro de casacos e, no século XX, para roupas de noite.
CHALLIS – Tecido leve, de trama simples, originariamente feito de seda e lã e estampado com delicados motivos florais. Acredita-se que o nome derive da palavra anglo-indiana shalee, a qual significa “macio”. O challis do século XX é feito de lã misturada a algodão e a raiom, sendo mais usado em vestidos.
CHAMALOTE – Tecido caracterizado pela posição do fio, que produz um efeito ondeado. O chamalote, feito originalmente com lã de pêlo de camelo, hoje é produzido com sede e fibras sintéticas.
CHAMBRAY – Mescla de fio de algodão branco e índigo. A versão clássica é azul.
CHAMOIS – Couro único e natural de ovelhas selecionadas, tingido com óleo de fígado de bacalhau para se obter o aspecto dourado e suave acabamento.
CHAMUSCAR – Processo por combustão no qual se eliminam as penugens dos fios e dos tecidos para dar brilho, melhorar a a aparência e o tato, e homogeneizar a superfície.
CHANEL, GABRIELLE – Mais conhecida como Côco Chanel, estilista que começou a fazer sucesso durante a primeira grande guerra. Tornou-se conhecida como uma “jovem general da moda”. Pois numa época em que as damas não podiam ter um guarda-roupa opulento e representativo onde estivessem, ela criou o seu estilo, prático e elegante que é adotado até os nossos dias. O costume Chanel não é só um costume, ele é um símbolo de sobriedade e elegância, que vem existindo desde as últimas décadas até hoje. Ele é basicamente composto de saia, casaco de lã, geralmente arrematado com passamanarias e blusa de seda com jabó ou gravata. Dá-se também o nome de Chanel ao comprimento de saia que cobre os joelhos, e aos sapatos que têm o calcanhar aberto. Chanel figura entre as primeiras figuras no mundo da moda clássica.
CHANGEANT – Do francês changer (mudar, trocar). É um tecido que muda de cor conforme a luz.
CHAPA TOTAL DE METAL – Fôrma com chapa total de metal do salto à biqueira.
CHAPEAÇÃO DO SALTO – Uma folha de metal na superfície do solado que cobre a área do salto.
CHAPÉU-PANAMÁ – Chapéu de cor clara e em vários formatos, possui trama bem fechada, feita da palha da planta Carludovica Palmata, encontrada no Equador e países vizinhos. É chamado de Panamá porque o presidente americano Theodore Roosevelt usou-o durante uma visita ao Canal do Panamá, em 1906.
CHARMEUSE – Marca fantasia de um cetim lustroso leve, de algodão, raiom ou seda, criado no século XX.
CHEMISIER – Do francês chemise (camisa). É um clássico da moda vestido imitando camisa de homem.
CHENILLE – Fazenda com textura semelhante à de pele, criada ao tecerem-se em tufos os fios de urdume. Teve origem na França seiscentista. O chenille pode ser feito de algodão, seda, raiom ou lã. No final do século XIX, foi utilizado para fazer vestidos de noite.
CHIFOM – Tecido extremamente leve e fino, produzido de fios muito torcidos. É feito de seda, lã ou fibras sintéticas. Tem sido utilizado quase exclusivamente para roupas de noite. Nas décadas de 50 e 60, lenços de chifom eram populares como acessórios de moda.
CHINTZ – Do hindi chint, “tecido estampado”. É um pano de algodão que adquire brilho mediante goma. Geralmente, traz desenhos de flores, frutas e pássaros, sendo popular para forrações desde a década de 1600. A princípio, a maior parte do chintz era importada da Índia; mas, à medida que a produção aumentava no Reino Unido, os britânicos começaram a exportá-lo para a Europa. No início da década de 80, foi utilizado para fazer roupas de moda.
CIGANA – Estilo que compreende saias em cores vibrantes, com babados, decote-canoa e blusas franzidas sob o busto, acompanhadas por pesada joalheria de prata. Lenços que envolvem o pescoço ou a cintura são outro aspecto dominante. Também conhecido como estilo Carmem.
CINTO DE TRESSÉ – Confeccionado com pequenas tiras de couro entrelaçadas, formando desenhos. Além de cintos, o tressé também é utilizado na confecção de sapatos e bolsas.
CINTURA DE VESPA – Cintura extremamente fina, graças ao uso de espartilhos ou faixas.
CIRÊ – Processo no qual a cera, o calor e a pressão são aplicados em tecidos, como cetim, produzindo um efeito liso e brilhante.
CIRCUNFERÊNCIA DA BOCA (ENTRADA DA FÔRMA) – A dimensão ao redor da fôrma passando pelo ponto da boca da forma. A medida é determinada pelo uso de uma fita de medida da forma conforme descrito abaixo. Vide CIRCUNFERÊNCIA DA JUNTA.
CIRCUNFERÊNCIA DA JUNTA – A maior dimensão ao redor da fôrma passando pela “quebra da junta”.
CLEAN – Do inglês (limpo). Estilo de roupas sem detalhes, sobreposições ou enfeites.
COLARINHO ALTO – Colarinho alto e duro para camisa ou blusa, com as pontas viradas para baixo. Estilo de camisa muito usado em traje informal masculino, no final do século XIX e início do século XX.
COLEÇÃO – Conjunto de peças que um estilista ou desenhista propõe para determinada temporada, com conceitos e características específicas. São desenvolvidas para um determinado perfil de consumidor e linha específica de produto.
COLETE – Do francês – gilet. Peça masculina, sem mangas, que vai até a cintura e é usada sobre a camisa e sob o paletó.
COLETE DE PESCA – Colete até a cintura, geralmente de algodão, usado sobre outra peça de vestuário quando se está pescando. Tem muitos bolsos pequenos com fecho, próximos ao forro, e vários outros em sua parte frontal externa para guardar os artigos de pesca.
COLLECTION – Cobrança.
COMICS – Estilo que tem por referência as artes gráficas, nascido das histórias em quadrinhos como Betty-Boop e Lara Croft do planeta Nintendo. Reflete sempre um quê infantil.
COMMERCIAL INVOICE – Documento emitido e assinado pelo exportador contendo as características da operação comercial.
COMMODITIES – Produtos primários ou básicos, cotados em bolsas internacionais.
COMPRIMENTO OU PROFUNDIDADE DA GÁSPEA – A distância medida a partir do perfil da biqueira, passando pela gáspea até o ponto da biqueira.
CONCEITO – Formulação de idéias, formas e figuras representativas de um assunto ou tema. Pode ser metafórico, analógico ou direto.
CONE FRONTAL – Aquela porção da superfície do cone entre o ponto de gáspea e o corte em “V”.
CONE TRASEIRO – É aquela porção da superfície do cone entre o corte em forma de ” V” e a parte traseira final da forma.
CONFORTO – Busca pela ergonomia e tecnologia, conceito valorizado por linhas esportivas de grandes marcas. Estilo mitificado pelo filme 2001. Uma Odisséia no Espaço, que mantém adeptos de uma estética minimalista e funcional.
CONSIGNEE – Destinatário, consignatário. Aquele que recebe a mercadoria no destino.
CONTAINER – Equipamento utilizado no acondicionamento de mercadorias para o transporte marítimo e rodoviário, podendo variar de tamanho.
CONTRAFORTE – Feito de material conformado, localiza-se na área do calcanhar entre o forro e o material externo nos calçados fechados. Proporciona estabilidade e mantém o formato do calcanhar.
COOL – Do inglês (frio, distante). É um jeito de ser, uma postura que valoriza o tipo indiferente. Hoje quer dizer o que há de moderno e sofisticado.
COORDENADOS – Tecidos ou peças diferentes que podem combinar entre si, seja pela estampa ou pela qualidade do tecido ou colorido. Composé.
CORDUROY – Do francês – corde du roi (roupa do rei). Tecido resistente em algodão, com canais largos, finos ou cordões, cuja pelugem é cortada. No século XX, tornou-se popular na moda casual e sportswear.
CORROSÃO – Processo de estamparia através do qual se aplica um agnete corrosivo, desbotando a cor em áreas definidas de um tecido previamente tingido.
CORSELET – Tipo de espartilho que voltou a ser moda nos anos 90.
CORTE EM “V” – A porção do cone a qual é removível para permitir a “quebra” da articulação.
CORTE ENVIESADO – Técnica que realiza um corte transversal no tecido, em relação à direção dos fios de urdume, ou corte em viés. Desenvolvida nos anos 20 pela desenhista Madeleine Vionnet.
CORTE NA ARTICULAÇÃO – O corte dentado o qual permite que as duas partes da forma se encaixem quando a articulação estiver “quebrada”; corte da articulação.
COSTUME – Modelo formado por paletó ou jaquetão e calça, sendo diferenciado do terno apenas pela ausência do colete.
COTELÊ – Tecido com estrias (costelas) em sua superfície, as quais são cortadas, formando o pêlo. Tipo de veludo.
COTTON – Do inglês (algodão). São roupas super-colantes, que misturam fios de lycra com fios de algodão.
COURAÇA – Também em material conformado, localiza-se no bico dos calçados fechados e dá forma mantendo o contorno da forma definido.
COURRIER – Serviço de correio internacional.
CREPE – 1 – Palavra que descreve uma variedade de tecidos naturais e sintéticos, os quais adquirem textura enrugada mediante o uso de calor e a tecelagem. 2 – Tecido fino de fio penteado e torcido, utilizado em roupas clericais e TRAJES DE LUTO no século XIX.
CREPE GEORGETTE – Tecido fino, de textura bastante enrugada, geralmente feito de seda, seda e algodão, seda e raiom ou outras misturas. No século XX, vem sendo utilizado em blusas leves e em roupas toalete.
CREPE MARROQUINO – Crepe pesado feito de misturas de seda, raiom ou lã e utilizado nos séculos XIX e XX para vestidos e roupas externas.
CREPE-DA-CHINA – Crepe feito de seda crua. Desde o século XIX, é popular para peças leves, como lingerie e blusas.
CREPOM – Termo genérico para um tecido enrugado semelhante ao crepe. Na segunda metade do século XX, vem sendo utilizado em vestidos, blusas, roupa íntima e roupa de dormir. No início da década de 60, CACHAREL criou uma camisa feminina de crepom.
CRIAÇÃO – Ato de criar.
CRINOLINA – 1. Tecido resistente para reforço de peças de vestuário, usado como plastrom, feita em ligamento de tafetá, com urdume de algodão e trama de crina de cavalo. 2. Termo utilizado para a forma inflada de vestidos e saias, usados pela primeira vez em 1842.
CROSS-DYED – Tintura que contém fibras de diferentes nomes e afinidades com os corantes, que são misturadas num mesmo banho ou em operações distintas para se obter combinações de duas ou mais cores ou matizes.
CUBISMO – Movimento de arte abstrata, datado do início do século XX e liderado por Georges Braque e Pablo Picasso. Os artistas sobrepunham diversos pontos de vista do modelo, o qual era decomposto e recomposto em padrões geométricos. A influência do cubismo foi ampla, afetando não só as roupas mas também os acessórios, principalmente bolsas, bijuterias e sapatos.
CURVATURA DO SALTO – Um perfil de uma vista lateral da parte final e traseira da fôrma a partir da parte superior da fôrma à cama do salto.
CURVATURA LATERAL – A curvatura lateral da parte inferior da fôrma.
CYBER – Abreviatura do inglês – cybernetics. Adotando nos anos 90, é o estilo futurista com ênfase nos tecidos sintéticos, como plásticos, emborrachados e metalizados, inspirados em temas da cibernética.