PALMILHA – Peça interna, que fica sob o pé, proporciona conforto, amortecimento e suporte do arco. Pode ser feito de espuma, tecido, EVA, entre outros materiais. Conformada ou plana.
PANTALONA – Calça comprida com as pernas largas, que podem ou não ter pregas na cintura.
PAREDE DA FÔRMA – A porção ao redor da periferia da parte dianteira da fôrma de um certo estilo caracterizado por linhas relativamente retas.
PAREÔ – Saia ou saiote polinésio estampado com padrões florais grandes. Desde a década de 60, o pareô é usado como traje de praia.
PARTE DIANTEIRA DA FÔRMA – Aquela porção da fôrma que se estende a partir da quebra da junta da forma até a biqueira.
PATCHWORK – Desde tempos remotos, unir pequenos retalhos de tecidos diferentes sempre foi uma maneira econômica de costurar para uso doméstico. Na década de 60, casacos, calças, vestidos e jaquetas feitos dos retalhos quadrados, redondos ou hexagonais entraram em moda.
PELE SINTÉTICA – Desde a década de 60, mantos de pele sintética tornaram-se a alternativa da moda para a pele verdadeira. É feita de diversas fibras, que freqüentemente incluem misturas de acrílico, modacrílico e poliéster. A pele sintética tem duas vantagens sobre a verdadeira: pode ser facilmente tingida de cores ousadas, brilhantes e “divertidas” e é relativamente barata.
PELÚCIA – Algodão sarjado ou plano, com pêlo curto na trama, para imitar veludo. Vem sendo usado desde o início do século XX.
PENCE – Prega pontiaguda feita no avesso de uma peça de roupa para amoldá-la às linhas do corpo. Ver *CORPETE.
PERFIL DA BIQUEIRA – Uma vista do perfil lateral da biqueira da forma.
PERFIL DO CONE FRONTAL – Uma vista do perfil lateral do cone frontal.
PINO DA ARTICULAÇÃO – Dois pinos, um na parte dianteira e outro na parte posterior da forma, os quais seguram as duas pontas da articulação.
PINO DE ALMA-DE-AÇO/ESQUINO – Uma peça de metal normalmente em formato circular, inserida na alma-de-aço da fôrma a fim de fixar um grampo para firmar o esquino a entressola do sapato.
PLISSÊ ACORDEÃO – Pregueado fino, estreito e regular criado mediante PENCES costuradas ou prensadas no tecido de vestidos e saias, geralmente a partir do cós e em direção à bainha. No final do século XIX, o plissê foi usado na confecção de VESTIDOS DE BAILE. Na virada do século, era parte integrante de muitos estilos e tornou-se particularmente popular nas décadas de 20 e 50. Ver também PREGA MACHO e PLISSÊ SOLEIL.
PLISSÊ SOLEIL – Pregas finas que se irradiam de um ponto central no cós de uma saia ou vestido. Ver DIOR.
PLUSH – Tecido de algodão com um pêlo semelhante ao do veludo. No século XIX, foi uma fazenda para vestidos muito popular.
POLIÉSTER – 1 – Em 1941, J. F. Winfield e J. T. Dickson, da Calico Printer’s Association, lançaram uma fibra de poliéster composta principalmente de etilenoglicol e ácido tereftálico. Por volta de 1946, as fibras de poliéster já eram usadas em tecidos de decoração. Em 1963, a DUPONT lançou para o público americano o Dracon. A fibra de poliéster foi empregada na fabricação de todos os tipos de roupa de moda durante a década de 50, continuando a ser uma das fibras sintéticas usadas com mais freqüência em confecção de roupas. O poliéster não amarrota, seca rapidamente e não se deforma. 2 – Tecido sintético utilizado para fazer lingerie.
PONJÊ – Da palavra chinesa pen-chi, “tear caseiro”, o ponjê é um tecido plano caracterizado por estrias transversais irregulares e cor crua escura. Originariamente, era feito de seda, mas a versão do século XX é sintética, em geral uma mistura de algodão. As duas versões são usadas para vestidos e lingerie.
PONTO DE APOIO – Ponto na parte dianteira inferior em contato com uma base plana.
PONTO DO SALTO – O ponto mais posterior da linha do salto.
POPELINA – Tecido forte e plano, caracterizado por estrias transversais que lhe dão um efeito “canelado”. Originariamente feito com urdume de seda e trama de lã, o nome vem do tecido papalino, que era feito na cidade papal de Avignon, na França, e do tecido francês popeline, que era usado para vestes clericais. Por volta do século XVIII, o nome popeline era comum na Inglaterra. Atualmente, a popelina é feita de combinações de seda, algodão, lã e fibras sintéticas. É resistente e mais utilizada para roupas informais, como jaquetas e casacos.
PREGA EMBUTIDA – Prega curta e invertida que se insere no meio da parte traseira ou lateral de uma saia, junto à bainha, a fim de proporcionar maior mobilidade. Foi bastante usada por estilistas nas décadas de 40 e 50, quando estava em moda uma silhueta muito bem delineada. Também conhecida como prega fêmea.
PREGA-FACA – Pregas estreitas que são passadas a ferro para formar vincos bem marcados numa saia ou num vestido. Muito popular no final do século XIX e no século XX, em particular da década de 20 à década de 50.
PREGA-FÊMEA – Ver PREGA EMBUTIDA.
PREGA-MACHO – Prega formada por duas dobraduras viradas para dentro e voltadas uma para a outra.
PRÊT-À-PORTER – Do francês (pronto para usar) ou do inglês ready-to-wear. É uma roupa comprada pronta.